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quarta-feira, 16 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
vote o melhor
foi citado que a professora NAZARÉ NASCIMENTO do 7º ano "b" , iria ficar no no 8º ano do ano que vem. A pessoa que fez esta acusação não pode ser revelada.
mais a questão é faremos um abaixo assinado para que NAZARÉ NASCIMENTO fique com o 7º ano do ano que vem; que nesse ano podem ser chamados de 6º ano.
Com todo respeito peço que seja cinceros com sua opinião.
ASS.: confidencial
história do cinema
1º câmara da Europa
Câmera escura
São possível que se originasse através de princípios a partir do século cinco AC na China, e teve princípios também vistos por Aristóteles na Grécia no século quatro aC. Com a ótica de Euclides pressupõe a câmara escura como uma demonstração de que a luz viaja em linha reta. A primeira câmera escura foi construída em meados do século seis, em experimentos de Antemão de Trales. No século 11, durante a Dinastia Song, foi usado para aplicar atributos geométricos e quantitativos. Por volta do século 18, os desenvolvimentos seguintes por Robert Boyle e o criador do microscópio Robert Hooke, mais facilmente modelos portáteis se tornaram disponíveis, estes foram amplamente utilizados por artistas amadores. Alem disso, ingleses do século 13 fizeram uso de uma câmara escura para a observação segura de eclipse solar. Tais câmeras foram mais tarde adaptadas para criar as primeiras fotografias. Algumas câmeras escuras foram construídas como atrações turísticas, embora poucas existam ainda hoje. Exemplos podem ser encontrados em Grahamstown na África do Sul, Bristol na Inglaterra, Kirriemuir, Dumfries e Edinburgh, Escócia, Santa Monica e São Francisco, Califórnia. Existe uma grande e bem montada câmera escura no Museu da Vida da Fundação Oswaldo Cruz no Rio de Janeiro. Em Lisboa, no Castelo de São Jorge, existe uma câmara escura com periscópio gigante, através do qual é possível observar imagens da cidade em movimento.
Lanterna mágica
A Lanterna mágica consiste num instrumento que projeta imagens registradas em suporte transparente. Estas imagens são estáticas, sendo a sua deslocação no interior do protetor o único artifício de movimento projetado numa tela. O aparecimento da lanterna mágica remonta ao séc. XIII , quando Roger Bacon ,padre franciscano faz a sua primeira descrição. No séc. XVII, Athanasius Kircher (Alemanha, 1601), padre jesuíta, enunciou os princípios da projeção de imagens com ilustrações gráficas na sua obra ARS MAGNA LUCIS ET UMBRAE, dando a conhecer em 1643 a sua Lanterna óptica. Esta obra interessou particularmente, Johannes Zahn que viria a criar um novo modelo mais aperfeiçoado, em que as imagens eram pintadas num sobre vidro e fixadas sobre um disco circular que fazia girar ante as lentes do projetor para assim, sugerir movimento. O seu interesse por esta matéria, não ficou por aqui, levando Zahn a estabelecer os princípios da projeção de imagens transparentes em fita desenhada. No séc. XIX, as lanternas mágicas de mesa (modelo familiar), muito em voga na época, derivaram do Lampascope, o modelo que Zahn criou. Lampascope. As lanterna mágicas tanto serviram o divertimento doméstico como o espetáculo. Em 1845, o belga E.G. Robertsonapresentou com grande sucesso Fantasmagoria usando um modelo de lanterna mágica de intenso feixe luminoso. Esta apresentação impressionou uma vasta audiência, tornando-se um acontecimento de grande impacto expressivo. Embora as lanternas mágicas não fossem máquinas preparadas para o visionamento de Imagem em Movimento, com os experimentos do oficial austríaco Franz von Uchatius foi possível projetar imagens animadas numa tela com estes aparelhos. A experiência consistiu na projeção seqüencial de imagens através de uma série de lanternas colocadas em semicírculo, apontadas para a mesma tela, as quais projetavam uma após outra, imagens diferentes.
Cinema europeu
No final da década de 1940, o cinema italiano experimentou um renascimento com o surgimento do neo-realismo, que se caracterizou por filmes de um realismo intenso, quase exagerado, rodados em locações naturais e com atores não profissionais. Entre os diretores desse movimento destacam-se Roberto Rossellini, Vittorio de Sica, Pier Paolo Pasolini, Federico Fellini, Michelangelo Antonioni e Luchino Visconti. Após esse brilhante início no pós-guerra, o cinema italiano continuou demostrando grande capacidade criativa, com uma geração de cineastas comprometidos política e socialmente, entre os quais devem ser citados Bernardo Bertolucci e Ettore Scola. Na Grã-Bretanha, Almas em leilão (1959), de Jack Clayton, marcou o início de uma série de filmes realistas, cujos argumentos analisavam os problemas da classe trabalhadora. O cinema britânico vem ocupando um lugar intermediário entre a indústria comercial de Hollywood e o cinema europeu de qualidade.
Um dos diretores mais originais do panorama internacional do pós-guerra foi o sueco Ingmar Bergman, que deu a seus filmes um ar filosófico muito apreciado pelos espectadores com inquietações intelectuais.
Outra figura imprescindível na história do cinema universal é a do espanhol Luis Buñuel, cuja carreira cinematográfica transcorreu em sua maior parte no México e na França. Chegou a alcançar renome internacional na década de 1960 por retratar impiedosamente personagens incapazes de assumir sua própria essência humana.
A França continuou dominando o mercado mundial do filme de arte nas décadas de 1950 e 1960, produzindo cineastas muito independentes, que experimentaram diversos modos de expressão. Com menos sucesso comercial, mas com o aplauso dos críticos (que eram os cineastas de seu próprio grupo), surgiram então os diretores da chamada nouvelle vague, inspirados entre outros por Robert Bresson. Além dessa influência francesa, os jovens da nouvelle vague inspiraram-se no cinema comercial americano de Howard Hawks, Alfred Hitchcock e John Ford. Os primeiros representantes dessa corrente foram François Truffaut, Jean-Luc Godard e Alain Resnais. Pouco tempo depois da eclosão da nouvelle vague francesa, surgiu na Alemanha um grupo de cineastas jovens que partilhavam um ponto de vista crítico sobre a sociedade de seu tempo, opondo-se radicalmente ao auto complacente materialismo burguês. Werner Herzog, Wim Wenders e Rainer Werner Fassbinder são alguns dos representantes dessa corrente.
Um dos diretores mais originais do panorama internacional do pós-guerra foi o sueco Ingmar Bergman, que deu a seus filmes um ar filosófico muito apreciado pelos espectadores com inquietações intelectuais.
Outra figura imprescindível na história do cinema universal é a do espanhol Luis Buñuel, cuja carreira cinematográfica transcorreu em sua maior parte no México e na França. Chegou a alcançar renome internacional na década de 1960 por retratar impiedosamente personagens incapazes de assumir sua própria essência humana.
A França continuou dominando o mercado mundial do filme de arte nas décadas de 1950 e 1960, produzindo cineastas muito independentes, que experimentaram diversos modos de expressão. Com menos sucesso comercial, mas com o aplauso dos críticos (que eram os cineastas de seu próprio grupo), surgiram então os diretores da chamada nouvelle vague, inspirados entre outros por Robert Bresson. Além dessa influência francesa, os jovens da nouvelle vague inspiraram-se no cinema comercial americano de Howard Hawks, Alfred Hitchcock e John Ford. Os primeiros representantes dessa corrente foram François Truffaut, Jean-Luc Godard e Alain Resnais. Pouco tempo depois da eclosão da nouvelle vague francesa, surgiu na Alemanha um grupo de cineastas jovens que partilhavam um ponto de vista crítico sobre a sociedade de seu tempo, opondo-se radicalmente ao auto complacente materialismo burguês. Werner Herzog, Wim Wenders e Rainer Werner Fassbinder são alguns dos representantes dessa corrente.
França: “ o país do cinema”
Se você resolvesse perguntar para alguém quando o cinema surgiu, certamente ele responderia 1895. Você deve estar se perguntando: "Mas porque, se até agora vimos que ele surgiu há mais de 2000 anos?". A resposta para esta pergunta é (tan, tan, tan, tan...) "Lumière". August Lumière e seu irmão Louis Lumière foram os responsáveis pela invenção do cinematógrafo, o sistema de projeção que é a base do moderno cinema. A primeira seção pública de cinema foi em 28 de dezembro de 1895 no Grand Café do boulevard des Capucines, em Paris. O filme se chamava "L'Arrivée d'un train en gare" e mostrava um trem chegando na estação. O público, que jamais havia tido qualquer contato com o cinema, se assustou com um trem vindo em sua direção, e as pessoas saíram correndo desesperadas do cinema.
Nos filmes dos irmãos Lumière não eram contadas histórias, mas sim exibidas cenas do cotidiano, como a saída de funcionários de uma fábrica, e eram de curta duração (atingiam um minuto no máximo). Ao contrário dos irmãos Lumière, Georges Méliès acreditava que o cinematógrafo tinha futuro, assim ele comprou um cinematógrafo. Como ele era um mágico, resolveu dar uns toques dramáticos em seus filmes, usando atores, cenários e figurinos. Assim, ele realizou a primeira ficção científica da história do cinema em 1902: Viagem à Lua, que tem 13 minutos de duração e é baseado em um livro de Julio Verne (Vinte Mil Léguas Submarinas).
Preço do bilhete da primeira projeção do Cinematógrafo: 50 centavos
Preço de venda ao público de um Cinematógrafo: 1650 francos
Preço de venda ao público de um Cinematógrafo: 1650 francos
Cinema mudo
Desde o início, inventores e produtores tentaram casar a imagem com som sincronizado. Mas nenhuma técnica deu certo até a década de 20. Assim sendo, durante 30 anos os filmes eram praticamente silenciosos sendo acompanhados muitas vezes de música ao vivo, outras vezes de efeitos especiais e narração e diálogos escritos presentes entre cenas.
Charlie Chaplin
Sir Charles Spencer Chaplin, KBE, mais conhecido como Charlie Chaplin (Londres, 16 de abril de 1889 — Corsier-sur-Vevey[1], 25 de dezembro de 1977), foi um ator, diretor, produtor, comediante, dançarino, roteirista e músico britânico. Chaplin foi um dos atores mais famosos da era do cinema mudo, notabilizado pelo uso de mímica e da comédia pastelão. Charlie Chaplin atuou, dirigiu, escreveu, produziu e financiou seus próprios filmes, sendo fortemente influenciado por um antecessor, ocomediante francês Max Linder, a quem ele dedicou um de seus filmes. Sua carreira no ramo do entretenimento durou mais de 75 anos, desde suas primeiras atuações quando ainda era criança nos teatros do Reino Unido durante a Era Vitoriana quase até sua morte aos 88 anos de idade. Sua vida pública e privada abrangia adulação e controvérsia. Juntamente com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D. W. Griffith, Chaplin co-fundou a United Artists em 1919. Seu principal e mais famoso personagem foi The Tramp, conhecido como Charlot na Europa e igualmente conhecido como Carlitos ou "O Vagabundo" no Brasil. Consiste em um andarilho pobretão que possui todas as maneiras refinadas e a dignidade de um cavalheiro(gentleman), usando um fraque preto esgarçado, calças e sapatos desgastados e mais largos que o seu número, um chapéu-coco oucartola, uma bengala de bambu e - sua marca pessoal - um pequeno bigode-de-broxa. Foi também um talentoso jogador de xadrez e chegou a enfrentar o campeão estadunidense Samuel Reshevsky. Em 2008, em uma resenha do livro Chaplin: A Life, Martin Sieff escreve: "Chaplin não foi apenas 'grande', ele foi gigantesco. Em 1915, ele estourou um mundo dilacerado pela guerra trazendo o dom da comédia, risos e alívio enquanto ele próprio estava se dividindo ao meio pela Primeira Guerra Mundial. Durante os próximos 25 anos, através da Grande Depressão e da ascensão de Hitler, ele permaneceu no emprego. Ele foi maior do que qualquer um. É duvidoso que algum outro indivíduo tenha dado mais entretenimento, prazer e alívio para tantos seres humanos quando eles mais precisavam." Por sua inigualável contribuição ao desenvolvimento da sétima arte, Chaplin é o mais homenageado cineasta de todos os tempos, sendo ainda em vida condecorado pelos governos britânico (Cavaleiro do Império Britânico) e francês (Légion d 'Honneur), pela Universidade de Oxford (Doutor Honoris Causa) e pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos (Oscar especial pelo conjunto da obra, em 1972).
Cinema de guerra
Na década de 30, a superioridade ariana começou a ser exaltada através do trabalho da cineasta Leni Riefenstal, em filmes como “Triunfo da Vontade” e “Olympia”, que mostravam uma Alemanha forte e próspera antes da guerra.
Leni Riefenstal não era partidária do nazismo, sonhava em ser atriz de Hollywood, não conseguindo tornou-se cineasta do regime de Hitler. Leni assinou filmes antisemitas como “Judeu Suss”. Antes da guerra, Hollywood realizava filmes anti-nazista. O estúdio de cinema que mais se engajou foi a Warner Bros. Dentre todos os estúdios hollywoodianos , a Warner já possuía uma experiência em filmes de gângster e sociais. Além da Warner, a United Artists também alertava sobre o perigo iminente que o nazismo poderia causar ao mundo. Havia no ar uma previsão de perdas de mercado de cinema na Europa, caso a Warner lançasse seus filmes de guerra anti-nazistas no velho continente. Os irmãos Warner insistiram e lançaram o “Sargento York”, em 1939. O Filme era protagonizado pelo ator Garry Cooper, um pacifista que abria mão do pacifismo para matar e salvar outras vidas. Nessa época, os filmes de guerra dos EUA contaram com a colaboração de refugiados do regime nazista, como Fritz Lang, Otto Preminger, Robert Siodmark, Douglas Sirk, Michael Curtiz, Fred Zinneman e Billy Wilder, todos alemães e austríacos. Os refugiados em Hollywood iniciaram um trabalho de conscientização sobre a horrível guerra que iniciara na Europa. Em 1938 ocorreu uma série de ataques por parte dos nazistas sobre sinagogas e lojas de judeus situadas na Alemanha, fato que ficou conhecido como a “Noite dos Cristais”; perante essa notícia, Charles Chaplin ridicularizouHitler através do filme “O Grande Ditador” de 1940. No período da Segunda Guerra, o filme que se tornou a marca maior daquela época foi “Casablanca”. O filme foi protagonizado por Ingrid Bergman e Humphrey Bogart. O roteiro do filme era escrito um dia antes das gravações e aprovado na noite anterior; O diretor Michael Curtiz decidiu o final durante as filmagens da última cena, na qual decidiu que o casal não terminaria juntos, pela a guerra ser uma acontecimento separador de vidas.
Hollywood e o motivo de sua criação
Até esta época, Itália e França tinham o cinema mais popular e poderoso do mundo mas com a Primeira Guerra Mundial, a indústria européia de cinema foi arrasada. Hollywood começou a se destacar no mundo do cinema fazendo e importando diversos filmes. Thomas Edison tentou tomar o controle dos direitos sobre a exploração do cinematógrafo. Alguns produtores independentes emigraram de Nova York à costa este em pequeno povoado chamado Hollywood, encontraram condições ideais para rodar: dias ensolarados quase todo ano, diferentes paisagens que puderam servir como locações. Assim nasceu a chamada "Meca do Cinema", e Hollywood se transformou no mais importante centro cinematográfico do planeta. Nesta época foram fundados os mais importantes estúdios de cinema (Fox, Universal, Paramount) controlados por judeus (Daryl Zanuck, Samuel Bronston, Samuel Goldwyn, etc.) que viam o cinema como um negócio. Lutaram entre si e as vezes para competir melhor, juntaram empresas assim nasceu a 20th Century Fox (da antiga Fox) e Metro Goldwyn Meyer (união dos estúdios de Samuel Goldwyn com Louis Meyer). Os estúdios contraram diretores e atores e com isso nasceu o "star system", sistema de promoção de estrelas de Hollywood.
Começaram a se destacar nesta época comédias de Charlie Chaplin e Buster Keaton, aventuras de Douglas Fairbanks e romances de Clara Bow. Foi o próprio Charles Chaplin e Douglas Fairbanks junto a Mary Pickford e David Wark Griffith que acabaram criando a United Artist com o motivo de desafiar o poder dos grandes estúdios.
O cinema no mundo
Em alternativa a Hollywood existiam vários outros lugares que investiam no cinema e contribuiam para seu desenvolvimento. Na França, os cineastas entre 1919 e 1929 começaram um estilo chamado de Cinema Impressionista Francês ou cinema de vanguarda (avant garde em francês). Se destacaram nesta época o cineasta Abel Gance com seu filme épico "J’Accuse" e Jean Epstein com seu filme "A queda da casa de Usher" de 1929 Na Alemanha surgiu o expressionismo alemão donde se destacam os filmes "Das Kabinett des Doktor Caligari" ("O gabinete do doutor Caligari") de 1920 do diretor Robert Wiene, "Nosferatu", "Phantom" ambos de 1922 e do diretor Friedrich Wilhelm Murnau e Metrópolis de Fritz Lang de 1929. Na Espanha surgiu o cinema surrealista donde se destacou o diretor Luis Buñel. "Un Perro andaluz" (ou "Um Cão Andaluz" em português) de 1928 foi o filme que mais representou o cinema surrealista de Buñel. Na Rússia se destacou o cineasta Serguei Eisenstein que criou uma nova técnica de montagem, chamada montagem intelectual ou dialéctica. Seu filme de maior destaque foi "The Battleship Potemkin" (ou br: "O Encouraçado Potemkin", pt: "O Couraçado Potemkin") de 1925.
Lista de filmes que moldaram a história do cinema e/ou a revolucionaram
VIAGEM Á LUA (1902)
KING KONG (1933)
BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES (1937)
...E O VENTO LEVOU:
Premiado com um oscar pelo magnífico uso da cor, a maior bilheteria de todos os tempos (em valores corrigidos) inaugurou o cinema fantástico e as grandes produções, está gerando clones até os dias de hoje
CIDADÃO KANE (1941)
CASABLANCA ou CASA BRANCA (1942):
E quem foi que disse que todo filme precisa ter um final feliz? ou efeitos especiais de ponta? 'casablanca' apostou unicamente em seu roteiro, gerou inúmeras frases conhecidas pelo grande público e marca o amadurescimento do cinema
OKLAHOMA! (1955)
2001 UMA ODISSÉIA NO ESPAÇO (1968)
STAR WAS (1977)
Conto medieval futurista, inaugurou um novo modo de se contar uma história caindo na graça do público de todas as idades, efeitos especiais que foram criados do nada para garantir a visão do diretor, indicado ao oscar de melhor filme gera clones até os dias de hoje (literalmente), dos produtos que um filme pode gerar á temporada de blockbusters destinada a atrair crianças e adolescentes em férias para o cinema, expandiu a industria cinematográfica para além das telas mostrando que havia muito mais para se lucrar de um filme além de sua bilheteria
UMA CILADA PARA ROGER RABBIT (1988)
O EXTERMINADOR DO FUTURO 2 (1991)
JURASSIC PARK (1993)
TOY STORY (1995)
MATRIX (1999)
O SENHOR DOS ANÉIS (2001 - 2003)
Cinema sem pessoas
Final fantasy
Em pleno ano de 2065, o caos e destruição rondam a Terra. Um meteoro atingiu o planeta e lançou ao longo de toda a superfície terrestre milhões de aliens, que têm por objetivo extinguir toda a vida do planeta. Com isso, as cidades foram abandonadas, a população foi dizimada e os poucos seres humanos que restam precisam encontrar meios para sobreviver. Um deles é a Dra. Aki Ross, uma bela e determinada cientista que foi infectada de forma mortal pelos aliens e tem a chave para descobrir o ponto fraco de seu oponente. Agora, com a orientação de seu mentor científico, Dr. Sid, e a ajuda do esquadrão militar Deep Eyes, comandado pelo capitão Gray Edwards, a Dra. Ross busca salvar não apenas o planeta Terra mas também a si mesma.
A lenda de beowulf
lha de Sjaelland, perto do local onde hoje fica a cidade de Roskilde, na Dinamarca. O demônio Grendel (Crispin Glover) ataca o castelo do rei Hrothgar (Anthony Hopkins) sempre que é realizada alguma comemoração, já que não suporta o barulho gerado. Em seus ataques Grendel sempre mata várias pessoas, apesar de poupar Hrothgar. Com a população em pânico, Hrothgar ordena que o salão onde as comemorações são realizadas seja fechado. Até que chega ao local Beowulf (Ray Winstone), um guerreiro que promete eliminar o monstro.
fala de gustavo
Cinema de guerra
Na década de 30, a superioridade ariana começou a ser exaltada através do trabalho da cineasta Leni Riefenstal, em filmes como “Triunfo da Vontade” e “Olympia”, que mostravam uma Alemanha forte e próspera antes da guerra.
Leni Riefenstal não era partidária do nazismo, sonhava em ser atriz de Hollywood, não conseguindo tornou-se cineasta do regime de Hitler. Leni assinou filmes antisemitas como “Judeu Suss”. Antes da guerra, Hollywood realizava filmes anti-nazista. O estúdio de cinema que mais se engajou foi a Warner Bros. Dentre todos os estúdios hollywoodianos , a Warner já possuía uma experiência em filmes de gângster e sociais. Além da Warner, a United Artists também alertava sobre o perigo iminente que o nazismo poderia causar ao mundo. Havia no ar uma previsão de perdas de mercado de cinema na Europa, caso a Warner lançasse seus filmes de guerra anti-nazistas no velho continente. Os irmãos Warner insistiram e lançaram o “Sargento York”, em 1939. O Filme era protagonizado pelo ator Garry Cooper, um pacifista que abria mão do pacifismo para matar e salvar outras vidas. Nessa época, os filmes de guerra dos EUA contaram com a colaboração de refugiados do regime nazista, como Fritz Lang, Otto Preminger, Robert Siodmark, Douglas Sirk, Michael Curtiz, Fred Zinneman e Billy Wilder, todos alemães e austríacos. Os refugiados em Hollywood iniciaram um trabalho de conscientização sobre a horrível guerra que iniciara na Europa. Em 1938 ocorreu uma série de ataques por parte dos nazistas sobre sinagogas e lojas de judeus situadas na Alemanha, fato que ficou conhecido como a “Noite dos Cristais”; perante essa notícia, Charles Chaplin ridicularizouHitler através do filme “O Grande Ditador” de 1940. No período da Segunda Guerra, o filme que se tornou a marca maior daquela época foi “Casablanca”. O filme foi protagonizado por Ingrid Bergman e Humphrey Bogart. O roteiro do filme era escrito um dia antes das gravações e aprovado na noite anterior; O diretor Michael Curtiz decidiu o final durante as filmagens da última cena, na qual decidiu que o casal não terminaria juntos, pela a guerra ser uma acontecimento separador de vidas.
Hollywood e o motivo de sua criação
Até esta época, Itália e França tinham o cinema mais popular e poderoso do mundo mas com a Primeira Guerra Mundial, a indústria européia de cinema foi arrasada. Hollywood começou a se destacar no mundo do cinema fazendo e importando diversos filmes. Thomas Edison tentou tomar o controle dos direitos sobre a exploração do cinematógrafo. Alguns produtores independentes emigraram de Nova York à costa este em pequeno povoado chamado Hollywood, encontraram condições ideais para rodar: dias ensolarados quase todo ano, diferentes paisagens que puderam servir como locações. Assim nasceu a chamada "Meca do Cinema", e Hollywood se transformou no mais importante centro cinematográfico do planeta. Nesta época foram fundados os mais importantes estúdios de cinema (Fox, Universal, Paramount) controlados por judeus (Daryl Zanuck, Samuel Bronston, Samuel Goldwyn, etc.) que viam o cinema como um negócio. Lutaram entre si e as vezes para competir melhor, juntaram empresas assim nasceu a 20th Century Fox (da antiga Fox) e Metro Goldwyn Meyer (união dos estúdios de Samuel Goldwyn com Louis Meyer). Os estúdios contraram diretores e atores e com isso nasceu o "star system", sistema de promoção de estrelas de Hollywood.
Começaram a se destacar nesta época comédias de Charlie Chaplin e Buster Keaton, aventuras de Douglas Fairbanks e romances de Clara Bow. Foi o próprio Charles Chaplin e Douglas Fairbanks junto a Mary Pickford e David Wark Griffith que acabaram criando a United Artist com o motivo de desafiar o poder dos grandes estúdios.
A lenda de beowulf
lha de Sjaelland, perto do local onde hoje fica a cidade de Roskilde, na Dinamarca. O demônio Grendel (Crispin Glover) ataca o castelo do rei Hrothgar (Anthony Hopkins) sempre que é realizada alguma comemoração, já que não suporta o barulho gerado. Em seus ataques Grendel sempre mata várias pessoas, apesar de poupar Hrothgar. Com a população em pânico, Hrothgar ordena que o salão onde as comemorações são realizadas seja fechado. Até que chega ao local Beowulf (Ray Winstone), um guerreiro que promete eliminar o monstro.
thu é o 4º , 5º e 11º siga a ordem dos parágrafos
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